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14/Agosto/2019

Universidade lança salas adaptáveis para aulas interdisciplinares

Conceito aberto, integrado e personalizável proporciona maior dinâmica em sala de aula


Universidade lança salas adaptáveis para aulas interdisciplinares

Os novos ateliês integrados do curso de graduação são amplos ambientes, divididos por biombos móveis


Com ateliês sem paredes e integração de turmas e disciplinas, a Universidade Positivo, de Curitiba (PR) inovou na forma de ensinar Arquitetura e Urbanismo. Inspirados em modelos já aplicados nos Estados Unidos e na Europa, em que os espaços de criação são diferentes de uma sala de aula convencional, os novos ateliês integrados do curso de graduação são amplos ambientes, divididos por biombos móveis, que permitem a adaptação a diversas atividades práticas e teóricas. Dessa forma, mais de uma disciplina pode ser aplicada de maneira simultânea, possibilitando um ensino itinerante, em que o professor escolhe o espaço da aula e o modifica conforme sua necessidade.

Segundo o coordenador do curso de Arquitetura e Urbanismo da Positivo, Rodolfo Sastre, ao contrário do que se imagina, essa integração espacial acabou aumentando a concentração dos estudantes. “Percebemos que os alunos estão mais focados e que, com a mudança, eles entendem que o espaço é pensado para as especificidades da prática de ensino de Arquitetura”, conta. Segundo ele, esse entendimento afetou também a sensação de pertencimento, resultando no fortalecimento da identidade do aluno com a instituição.

Além dos ateliês, a Universidade Positivo também transformou a matriz curricular do curso de Arquitetura, que agora prioriza o ensino por competências, unindo a teoria à prática, de forma interdisciplinar. Essa interdisciplinaridade se materializa também na organização espacial proposta. “Os alunos adoraram a possibilidade de, devido ao espaço aberto e compartilhado, poderem observar aulas dos outros anos e interagir com colegas de outras turmas no momento que as atividades estão sendo executadas”, explica Sastre.

Para os acadêmicos, o novo formato foi um avanço importante. “A possibilidade de mover as 'paredes' e recriar os espaços intensifica a dinâmica. A primeira impressão foi de uma evolução significativa para o curso”, conta Mariana Ludwig Klein, aluna do quinto ano de Arquitetura e Urbanismo. Na prática, o modelo trouxe novas experiências para os estudantes. “Inicialmente, tive receio por me distrair facilmente, mas, conforme foram acontecendo as aulas, percebi que os ateliês funcionam melhor quando abertos - tanto para nós, alunos, quanto para os professores”, explica Mariana.


Fonte: Central Press




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