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11/Junho/2018

TV Brasil presta tributo a Aracy de Almeida nos 30 anos de morte da artista

Programa Recordar é TV mostra trechos da entrevista que a cantora concedeu em 1986


TV Brasil presta tributo a Aracy de Almeida nos 30 anos de morte da artista

Em homenagem à cantora Aracy de Almeida, que faleceu há 30 anos, o programa Recordar é TV viaja no tempo para celebrar a obra da artista nesta terça (12), às 22h45, na TV Brasil. Com mais de cinco décadas de carreira, ela fez história no rádio ao cantar Noel Rosa e na televisão como jurada de programas de calouros.

Conhecida por reavivar as músicas do Poeta da Vila e se firmar no samba numa época marcada pela ausência feminina, a cantora foi um dos grandes nomes da música nacional. Aracy de Almeida morreu aos 73 anos em 20 de junho de 1988, no Rio de Janeiro, após complicações de um edema pulmonar.

A emissora pública recupera do conteúdo preservado de seu acervo o programa ''Contra-luz'', exibido pela antiga TVE do Rio de Janeiro, em 1986. A atração apresenta um bate-papo descontraído da artista com com o produtor Hermínio Bello de Carvalho.

Durante o especial, Aracy canta sucessos de Noel Rosa e mostra que era mesmo uma mulher à frente do seu tempo. No repertório, ela interpreta canções como ''Ai, ai meu Deus'', ''Camisa amarela'', ''Se eu morresse amanhã'', ''Três apitos'', ''Você é um colosso'', ''Feitio de oração'' e ''Sorriso de criança''.

Aracy de Almeida está no imaginário popular como a jurada implacável dos calouros de Sílvio Santos. Apesar dessa referência na memória afetiva do brasileiro, a artista foi muito além dos programas de auditório.

Considerada por estudiosos como uma das maiores cantoras da época de ouro da música brasileira, Aracy deixou um legado ainda presente nos dias de hoje.

Trajetória no rádio ao interpretar obras de Noel Rosa

A trajetória de Aracy de Almeida teve início nos anos 1930 quando ingressou no rádio. A cantora conta para Hermínio Bello de Carvalho como conheceu Noel Rosa que a considerava sua melhor intérprete. Ela passou por diversas emissoras e marcou época na Rádio Nacional.

Em 1936, a artista gravou com sucesso duas músicas do compositor: ''Palpite infeliz'' e ''O X do problema''. No ano seguinte, Aracy atuou na Rádio Nacional e destacou-se com os sambas ''Tenha pena de mim'', de Ciro de Sousa e Babau, ''Eu sei sofrer'', de Noel Rosa e Vadico'' e ''Último desejo'', de Noel Rosa, que faleceu em 1937.

''Século do Progresso'', de Noel Rosa, e ''Feitiço da Vila'', de Noel Rosa e Vadico, foram canções que ela gravou em 1938. Um ano depois, Aracy de Almeida lançou em disco ''Chorei quando o Dia Clareou'', de Davi Nasser e Nelson Teixeira e ''Camisa amarela'', de Ari Barroso.

No decorrer da entrevista, a convidada abre o verbo e fala o que pensa sobre diversos assuntos. Hermínio Bello de Carvalho brinca com a artista sobre esse seu suposto mau humor. Foi com essa atitude franca que Aracy acompanhou a evolução da música.

Na década de 1970, ela atuou na televisão como apresentadora e jurada em atrações como Buzina do Chacrinha e depois no Show de Calouros, apresentado por Silvio Santos. A atuação de Aracy nessas atrações criou uma fama de que ela era ranzinza em virtude de sua exigência e crítica ao desempenho dos artistas estreantes.

Carismática, Aracy de Almeida era tratada por amigos, como Hermínio Bello de Carvalho, pelo apelido de 'Araca'. Ainda participam do ''Contra-luz'' em que a cantora foi convidada o músico Dino 7 Cordas e o conjunto Época de Ouro.

Serviço:
Recordar é TV - terça-feira (12), às 22h45, na TV Brasil.
Recordar é TV - sábado (16), às 18h, na TV Brasil.


Fonte: TV Brasil




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